PASSE - INTRODUÇÃO

Apesar de ser uma prática antiqüíssima, a Ciência sabe muito pouco sobre o passe. Um dos grupos de estudos da SBEE, vêm se dedicando à pesquisa e o estudo deste fenômeno natural e irá disponibilizando seus estudos neste espaço, à medida que novos documentos venham sendo produzidos.

Até o presente o passe espírita tem sido entendido como uma espécie de transfusão de energia espiritual que pode alterar o campo celular. Alguns o vêm como técnica e outros como um ato de amor. O passe não foi inventado por nenhuma religião, mas vem sendo estudado pelo Espiritismo. Muitos relatos nos dão conta de que Jesus usava o passe.

Quando dois ou mais espíritos, encarnados ou não, estabelecem uma sintonia, cria-se um fluxo de energia, cujo efeito é o de reorientar o campo energético de ambos. Esse fenômeno foi inicialmente chamado de magnetização animal e já era estudado antes de Kardec. Entende-se que durante o passe a pessoa emite ou canaliza uma espécie de energia que alcança o campo energético de outra pessoa. Assim entendido o passe pode ser visto como uma ação consciente que envolve permissão entre o passista e o receptor. Pelo passe, a mente reanimada revitaliza a vida celular.

O passe tornou-se popular pela sua eficácia. Nele, o paciente assimila os recursos vitais, retendo-os na sua constituição psicossomática, através das várias funções do sangue.Podemos dizer que o passe atua diretamente sobre o corpo espiritual de três formas diferentes: como revitalizador, compondo as energias perdidas; dispersando fluidos negativos contraídos; e como auxiliar na cura das enfermidades, a partir do reequilíbrio do corpo espiritual.